Wal Ricardo
Sexo: Feminino
Local: São Paulo/SP/Brasil

Quem sou eu

"QUEM SOU EU ???" Sou uma pessoa Feliz, amo muito a vida e dela sou aprendiz. Tenho várias paixões, mas, como qualquer pessoa possuo imperfeições. Se os caminhos desta vida ainda não sei de cor, pelo menos busco a cada dia tornar-me alguém melhor!!!

Interesses

"Tudo que eu deixar nessa vida que não seja apagado pelo vento pelo tempo ou pelo fogo que sejam rastros deixados pela minha memória!"

 

Como a luz do Sol em todo o resplendor,
a mulher encanta e brilha à alma e o amor.
(MCapelluto)

 

"Obrigada pela visita e seja sempre bem-vindo.
Tenho certeza que trocando experiências poderemos, inclusive, aprender a fazer educação por meio da almejada e tão complexa interdisciplinaridade.Espero a contribuição de todos vocês.Abraços virtuais e muito sucesso a todos."

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"Mitologia Grega e Romana no Mundo dos Filósofos e Estudos Religiosos"
A "MITOLOGIA GREGA" compreende o conjunto de mitos, lendas e entidades divinas,"Deuses, Semideuses e Heróis". Muitos tinha o intuito de explicar fenômenos naturais, culturais ou religiosos como os rituais cuja explicação não era evidente. A "MITOLOGIA ROMANA" pode ser dividida em duas partes: a primeira, tardia e mais literária, consiste na quase total apropriação da grega; a segunda, antiga e ritualística, funcionava diferentemente da correlata grega.


 

As maçãs de ouro do jardim das Hespérides são símbolos de amor e de concórdia. Não importa que Héracles as subtraia: elas terminam voltando ao jardim dos deuses. São os verdadeiros frutos do amor, pois que Gaia, a terra, os ofereceu a Zeus e a Hera como representante de casamento.

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Fênix

Ave da mitologia grega que ilustra a capacidade de regeneração dos seres vivos. Fênix era como uma grande águia colorida. Alimentava-se com incenso e raízes perfumadas. Antes de morrer construía um ninho em forma de pira, com cinamomo, nardo e mirra. Deitava no ninho perfumado e deixava-se arder pelo sol. Das cinzas, surgia então uma nova e bela ave capaz de alçar vôos ainda mais altos.

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 Um Pouco de Filosofia GRECO-ROMANA

(do grego Φιλοσοφία: philos-amor, amizade + sophia - sabedoria)

Modernamente é uma disciplina, ou uma área de estudos, que envolve a investigação, análise, discussão, formação e reflexão de idéias ou visões de mundo em uma situação geral, abstrata ou fundamental. Originou-se da inquietação gerada pela curiosidade humana em compreender e questionar os valores e as interpretações comumente aceitas sobre a sua própria realidade. As interpretações aceitas pelo homem constituem inicialmente o embasamento de todo o conhecimento.

Estas interpretações foram adquiridas, enriquecidas e repassadas de geração em geração. Ocorreram inicialmente através da observação dos fenômenos naturais e sofreram influência das relações humanas estabelecidas até a formação da sociedade, isto em conformidade com os padrões de comportamentos éticos ou morais tidos como aceitáveis em determinada época por um determinado grupo ou determinada relação humana. A partir da Filosofia surge a Ciência, pois o Homem reorganiza as inquietações que assolam o campo das idéias e utiliza-se de experimentos para interagir com a sua própria realidade.

Assim a partir da inquietação, o homem através de instrumentos e procedimentos equaciona o campo das hipóteses e exercita a razão. São organizados os padrões de pensamentos que formulam as diversas teorias agregadas ao conhecimento humano. Contudo o conhecimento científico por sua própria natureza torna-se suscetível às descobertas de novas ferramentas ou instrumentos que aprimoraram o campo da sua observação e manipulação, o que em última análise, implica tanto na ampliação, quanto no questionamento de tais conhecimentos.

Neste contexto a filosofia surge como "a mãe de todas as ciências".
Podemos resumir que a filosofia consiste no estudo das característica mais gerais e abstratas do mundo e das categorias com que pensamos: Mente (pensar), matéria (o que sensibiliza noções como quente ou frio sobre o realismo), razão(lógica), demostração e verdade. Pensamento vem da palavra Epistemologia "Epistemo" significa "ter Ciência" "logia" significa Estudo. Didaticamente, a Filosofia divide-se em:

Lógica: trata da preservação da verdade e dos modos de se evitar a inferência e raciocínio inválidos.
Metafísica ou ontologia: trata da realidade, do ser e do nada.
Epistemologia ou teoria do conhecimento: trata da crença, da justificação e do conhecimento.
Ética: trata do certo e do errado, do bem e do mal.
Filosofia da Arte ou Estética: trata do belo.

Concepções de Filosofia

Há três formas de se conceber a Filosofia:

1º) Metafísica: a Filosofia é o único saber possível, as demais ciências são parte dela. Dominou na Antiguidade e Idade Média. Sua característica principal é a negação de que qualquer investigação autônoma fora da Filosofia com validade, produzindo estas um saber imperfeito, provisório. Um conhecimento é filosofico ou não é conhecimento. Desse modo, o único saber verdadeiro é o filosófico, cabendo às demais ciências o trabalho braçal de garimpar o material sobre o qual a Filosofia trabalhará, constituindo não um saber, mas um conjunto de expedientes práticos. Hegel afirmou: “uma coisa são o processo de origem e os trabalhos preparatórios de uma ciência e outra coisa é a própria ciência.”

2º) Positivista: o conhecimento cabe às ciências, à Filosofia cabe coordenar e unificar seus resultados. Bacon atribui à Filosofia o papel de ciência universal e mãe das outras ciências. Todo o iluminismo participou do conceito de Filosofia como conhecimento científico.

3º) Crítica: a Filosofia é juízo sobre a ciência e não conhecimento de objetos, sua tarefa é verificar a validade do saber, determinando seus limites, condições e possibilidades efetivas. Segundo essa concepção, a Filosofia não aumenta a quantidade do saber, portanto, não pode ser chamada propriamente de “conhecimento”.

Os pré-socráticos A Filosofia Grega caracterizou-se, até o advento de Sócrates, pelas idéias a respeito da natureza e pelo desenvolvimento das técnicas de argumentação filosófica. Os primeiros filósofos, devido à preocupação de explicar racionalmente o mundo natural, são também chamados de Filósofos da Natureza ou de físicos (do grego phýsis, "natureza").

Eis uma pequena lista dos pré-socráticos mais importantes: Tales de Mileto (625-547 a.C.), Anaxímenes de Mileto (585-525 a.C.), Pitágoras de Samos (570-495 a.C.), Xenófanes de Cólofon (570-475 a.C.), Heráclito de Éfeso (c. 500 a.C.), Parmênides de Eléia (c. 515 a.C.), Empédocles de Acragás (492-432 a.C.) e Demócrito de Abdera (460-370? a.C.).

Conclusão

A filosofia propriamente dita estabelece a origem humana do saber, sendo uma conquista e produção do homem, e portanto, como disse Aristóteles,

“todos os homens tendem, por natureza, ao saber”;

se opondo ao que chamo de uma “filosofia religiosa”. É mais recente do que esta última, surgiu na Grécia e foi herdada pela civilização ocidental.

“Tendem ao saber”, significa não só que desejam o saber, mas que também podem obtê-lo, não sendo privilégio ou patrimônio reservado a poucos, qualquer um pode contribuir para a sua aquisição e enriquecimento.

Desse ponto de vista, a tarefa fundamental da Filosofia é a busca e a organização do saber.

É a Filosofia com “F” maiúsculo, pois busca o saber sem compromissos pré concebidos e disposto a por à prova toda crença possível. Opõe-se a tradição, aos mitos e a toda crença infundada que os gregos chamavam de “opinião” (doxa).

 A ignorância é ilusão de sabedoria e destroi o incentivo à investigação.

Dizer que a Filosofia não se caracteriza em função de um setor determinado de objetos não significa que ela não tenha objetos no sentido de temas com os quais ela se ocupa. Os conceitos fundamentais utilizados nas diferentes ciências, nas artes, e até mesmo na nossa vida cotidiana são estudados pela Filosofia.

Por isso, costuma-se dizer que a Filosofia é o estudo dos primeiros princípios, isto é, princípios a partir dos quais outros saberes são fundamentados ou justificados.

Pretender esvaziar a importância da reflexão filosófica porque depois de 2500 anos os filósofos não chegaram ainda a conclusões definitivas é desconhecer a natureza dos problemas com os quais a filosofia lida. O fato de não se ter até hoje um conceito definitivo de justiça, por exemplo, não pode nem tornar dispensável a busca por tal conceito nem diminuir a importância desse problema. É verdade que muitos dos problemas debatidos hoje são os mesmos que eram discutidos na antiga Grécia.

Mas é um erro pensar que tais problemas estão, hoje, no mesmo ponto em que estavam no primeiro momento em que foram colocados. Afirmar que não é possível saber o que é a Filosofia porque os filósofos não apresentam uma única definição do seu próprio objeto de estudo é desconhecer a característica comum que costura toda a investigação filosófica, desde a Antigüidade grega o caráter crítico.

 Pesamento:

Os jovens que têm cultura clássica estão menos sujeitos a se deixarem escravizar por seitas limitadoras, por religiões aprisionadoras. Eles têm uma liberdade espiritual trazida pela consciência de que a cultura tem sua história, seu desenvolvimento, sua diversidade. JAA Torrano, 2007. 

Uma das fontes:RIBEIRO JR., W.A. A influência dos gregos. Portal Graecia Antiqua, São Carlos. Disponível em http://greciantiga.org/ini/ini00.asp. Data da consulta: 20.10.2007.


- Postado por: Wal Ricardo às 14h19
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" AFRODITE " 

(em grego, Αφροδίτη)

Era a deusa grega da beleza e da paixão sexual.
Originário de Chipre, o seu culto estendeu-se a Esparta, Corinto e Atenas.
Foi identificada como Vênus pelos romanos.

Afrodite era a deusa grega do amor, do sexo, da regeneração,
da fecundidade, do casamento e da beleza corporal.

 De acordo com o mito mais aceito, nasceu quando Urano (pai dos titãs) foi castrado por seu filho Cronos,
que atirou os genitais cortados de Urano no mar, que começou a ferver e espumar,
esse efeito foi a fecundação que ocorreu em Tálassa, deusa primordial do mar.
De aphros ("espuma do mar"), ergueu-se Afrodite e o mar a carregou para Chipre.
Por isso um de seus epítetos é Kypris.
Assim, Afrodite é de uma geração mais antiga que a maioria dos outros deuses olímpicos.

Em outra versão (como diz Homero), Dione é mãe de Afrodite com Zeus,
sendo Dione, filha de Urano e Tálassa.
Após destronar Cronos, Zeus ficou ressentido pois tão grande era o poder sedutor de Afrodite
que ele e os demais deuses estavam brigando o tempo todo pelos encantos dela,
enquanto esta os desprezava a todos.

Como vingança e punição, Zeus fê-la casar-se com Hefesto,
(segundo Homero, Afrodite e Hefesto se amavam, mas pela falta de atenção,
Afrodite começou a trair o marido para melhor valorizá-la)
que usou toda sua perícia para cobri-la com as melhores jóias do mundo,
inclusive um cinto mágico do mais fino ouro, entrelaçado com filigranas mágicas.
Isso não foi muito sábio de sua parte, uma vez que quando Afrodite usava esse cinto mágico,
ninguém conseguia resistir a seus encantos.

Relacionamentos e Filhos

Alguns de seus filhos são Hermafrodito (com Hermes),
Eros (deus do amor e da paixão) dependendo da versão,
é filho de Hefesto, Ares ou até Zeus (com Zeus, apenas quando Afrodite é filha de Tálassa),
Anteros (com Ares, a versão mais aceita ou com Adônis,
versão menos conhecida), Fobos, Deimos e Harmonia (com Ares),
Himeneu, (com Apolo), Príapo (com Dionísio) e Enéias (com Anquises).
Os diversos filhos de Afrodite mostram seu domínio sobre as mais
diversas faces do amor e da paixão humana.
Afrodite sempre amou a alegria e o glamour, e nunca se satisfez em ser a esposa caseira do trabalhador Hefesto.

Afrodite amou e foi amada por muitos deuses e mortais.
Dentre seus amantes mortais, os mais famosos foram Anquises e Adônis,
que também era apaixonado por Perséfone, que aliás, era sua rival,
tanto pela disputa pelo amor de Adônis, tanto no que se diz respeito de beleza.
Vale destacar que a deusa do amor não admitia que nenhuma outra mulher tivesse uma beleza comparável com a sua,
punindo (somente) mortais que se atrevessem comparar a beleza com a sua, ou,
em certos casos, quem possuisse tal beleza. Exemplos disso é Psiquê e Andrômeda.

Culto

Suas festas eram chamadas de afrodisíacas e eram celebradas por toda a Grécia,
especialmente em Atenas e Corinto.
Seus símbolos incluem a murta, o golfinho, o pombo, o cisne, a romã e a limeira.
Entre seus protegidos contam-se os marinheiros e artesãos.
Com o passar do tempo, e com a substituição da religiosidade matrifocal pela patriarcal,
Afrodite passou a ser vista como uma Deusa frívola e promíscua, como resultado de sua sexualidade liberal.
Parte dessa condenação a seu comportamento veio do medo humano
frente à natureza incontrolável dos aspectos regidos pela Deusa do Amor.

O amor atraído por Afrodite é grande...é apaixonado...é verdadeiro.
Afrodite é o arquétipo da sexualidade e da sensualidade.

Deusas relacionadas

Afrodite tem atributos comuns com as deusas Vénus (romana), Freya (nórdica),
Turan (etrusca), Ishtar (mesopotâmica), Inanna (suméria) e com Astarte (mitologia babilônica).

Portanto a divindade era inicialmente relacionada aos instintos e à fecundidade,
foi pouco a pouco adquirindo a denominação de deusa do amor no seu sentido mais nobre e puro.
Com o tempo, a deusa foi sendo imbuída de outras conotações que se referiam às diversas formas de expressão do amor.
Em Atenas era conhecida por Hetaira, a cortesã;
em Esparta adquiriu caráter guerreiro; na Argólia era conhecida como Pelagia ou Pontia,
divindade protetora dos marinheiros.

Entretanto,
sua atribuição mais conhecida é a de deusa da beleza e do amor,
defensora do prazer pelo prazer simbolizado pela atração sexual com o poder de
satisfazer e de frustrar todo e qualquer desejo amoroso.

 

 



- Postado por: Wal Ricardo às 13h16
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O que é Mitologia?


Será “Mania De Mito ou Mitomania?”


Até o momento todos se propuseram a escrever e pensar apenas no que lhes dão prazer.

Dispus-me a reservar um espaço para a mitologia, assunto que mesmo aqueles que “não simpatizam com a História” apreciam.

 

Fazendo uma breve pesquisa para que nada de errado fosse dito aqui, me deparei com uma discussão comum a todos os estudiosos da área:

 “O QUE É MITO?” e “O QUE É MITOLOGIA?” 

Em meio a esse boom de aficionados por mitologia surgem filmes e séries televisivas como “Hércules” e “Xena” que acabam por colaborar "involuntariamente eu suponho" com a atual concepção de mito: idéia falsa, sem correspondente na realidade, coisa irreal, assim como aparece entre outras significações no Dicionário Aurélio.

Esses sentidos impregnados de um conteúdo pejorativo levaram ao surgimento da palavra “mitomania”.

Mito por suas funções:

 A primeira delas seria a narração, o mito conta; conta sempre o nascimento, a origem de algo, como começou a ser, não importa se algo concreto como a humanidade, o mundo, uma montanha, ou algo abstrato e impalpável como um sentimento, uma instituição, uma tradição. Assim define Mircea Eliade: “O mito conta uma história sagrada, narra um fato importante ocorrido no tempo primordial, no tempo fabuloso dos começos”.

A segunda função seria explicativa. O mito faz parte de um jogo de perguntas e respostas, ele responde aos “porquês” do homem: “Por que o Sol nasce e se põe?”, “Porque há maldade no mundo?”Apesar de o mito apresentar uma explicação atualmente encarada como fantástica e ilusória, não há como negar sua forte carga de imagens, símbolos e alegorias capazes de penetrar na mente humana, justificando sua apropriação pela psicanálise. Segundo Gilbert Durand o mito pode ser entendido como “um sistema dinâmico de símbolos, arquétipos e esquemas”.

Finalmente a terceira função, mas não necessariamente a última: “o mito revela”.

 Revela o ser, o deus, revela tanto o visível quanto o invisível aos olhos, e por isso pode ser apresentado como “uma história sagrada”.

A partir dessa breve e mesmo superficial definição surge mais uma pergunta: “Então quem é o pai da criança?” Os mitos não têm autor, sequer em mitos com suposta autoria como a “Odisséia” o autor é com certeza aquele que assina. Homero mesmo é considerado uma figura mítica. O mito brota de uma coletividade com a nítida função de saciar a curiosidade desta mesma coletividade, existindo apenas dentro de uma tradição, como escreveu Claude Levi-Strauss em “O cru e o cozido”.

 Absolutamente, deve-se pensar que estamos diante de uma tradição mitológica e que esta nunca morrerá, pois representa o alimento, a ambrosia da literatura e agora também do cinema e da televisão.

Tanto os mitos quanto as artes narram, contam, ilustram e revelam o que não é visível a todos, mas totalmente claro para alguns, para aqueles que transmitem, seja através da voz, da escrita ou da pintura.

As classificações mais comuns e fáceis de se constatar para os mitos contemporâneos são três: os literários, os político-heróicos e os cinematográficos.
 Frases célebres, vitórias brilhantes e personalidades fortes, temos praticamente todos os ingredientes necessários para o surgimento de uma figura mítica político-heróica como Alexandre, César, Luís XIV e Napoleão, entre outros políticos e/ou heróis modernos.

A discussão acerca da conceituação do mito é vastíssima e complexa, não pretendo e nunca pretendi elucidar todos os pontos nestas poucas linhas, mas podemos com certeza admitir que apesar de não existir uma viva alma que creia e cultue os deuses do passado, todos nós respiramos e vivemos os mitos, todos nós temos o desejo de fazer parte do mito e entender o mundo como um palco onde não há coadjuvantes, "todos é atuante e estrelas."

 

 (click na imagem acima para ouvir a música)



- Postado por: Wal Ricardo às 09h08
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Mito Da

Deusa Grega PALAS ATENA ou PALAS ATENÉAI

Deusa da Justiça e da Sabedoria

Filha de Zeus e uma das doze deidades olímpicas. Foi a deusa virgem da guerra e da sabedoria, assim como patroa das artes e dos ofícios.

Atena era filha de Zeus e de sua primeira mulher Métis  "Deusa da Prudência". Segundo a tradição, quando Métis estava grávida Zeus a engoliu, por temer que seu filho viesse a destroná-lo, como um dia ele próprio fizera com o seu pai Cronos. Segundo outra versão do mito, Zeus cobiçava os conhecimentos de Métis, cujo nome significa "conselho". O amoroso Zeus perseguiu a reticente Métis, a qual pretendia conservar sua virgindade. Quando esta se disfarçou de mosca, o deus a devorou. Conseqüentemente, Métis deu a luz a Atena no centro da inteligência de Zeus: a sua cabeça. Mais tarde, já numa passagem para a qual ambas as lendas convergem, Zeus, atormentado por uma dor de cabeça, pediu a Hefesto, um filho seu, que lhe abrisse o crânio com uma machadada. De sua cabeça saiu Atena, já adulta, armada e coberta com o elmo do Saber.

Atena era principalmente a deusa das cidades gregas, da indústria e das artes, e mais tarde, tornou-se a deusa da sabedoria, era também deusa da guerra. Desfrutava da valentia, da coragem e da ousadia no campo de batalha, mas não tinha tempo para matanças sem sentido, como o deus da guerra Ares. Para Hefesto, o deus ferreiro adorado em Atenas, a deusa representava uma rival atraente e, em várias ocasiões, tentou torna-la sua amante.

Certa vez, em meio de uma intensa batalha entre ambos, o sêmem de Hefesto caiu ao solo, onde se converteu no rei serpente Eructam. Talvez porque foi o mais próximo que esteve de ter um filho que Atena se interessou pelo bem-estar da criança. Confiou-o às filhas de Cécrope, um rei primitivo que, pelo que se dizia, tinha sido uma serpente, pedindo às mesmas que não olhassem para o interior da canastra onde se encontrava Eructam. Mas a curiosidade foi mais forte e as princesas enlouqueceram ao ver a criança-serpente. A deusa, então, levou Eructam ao seu tempo da Acrópolis e o criou até que o nomearam rei dos atenienses.

Agradecido Eructam fomentou o culto a Atena como deusa da cidade.

Atena foi forte defensora dos gregos na Guerra de Tróia. Depois da queda de Tróia, entretanto, os gregos não conseguiram respeitar a santidade de um templo de Atena em que a profetisa Cassandra procurou abrigo. Como castigo, tempestades enviadas pelo deus do mar, Possêidon, a pedido de Atena, destruiu a maioria dos navios gregos que retornavam de Tróia. Atena era também uma patrona das artes agrícolas e do artesanato feminino, especialmente a arte de tecer e fiar. Entre seus presentes ao homem estavam a invenção do arado, a arte de domesticar animais, construção de navios e a confecção de sapatos. Ela freqüentemente era associada com pássaros, especialmente a coruja, ave a que os gregos relacionavam força e sabedoria. Foi identificada com a romana Minerva.

Templo de Atena Niké na acrópole de Atenas. Estilo jônico, mármore, visto do leste.

Nesse pequeno templo, o mais antigo dos templos de estilo iônico da acrópole ateniense. Segundo a tradição, o arquiteto responsável foi Calícrates, um dos dois arquitetos que construíram o Parthenon.

(click na imagem acima para ouvir a música) 



- Postado por: Wal Ricardo às 21h11
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