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Wal Ricardo
Sexo: Feminino
Local: São Paulo/SP/Brasil
Quem sou eu
"QUEM SOU EU ???" Sou uma pessoa Feliz, amo muito a vida e dela sou aprendiz. Tenho várias paixões, mas, como qualquer pessoa possuo imperfeições. Se os caminhos desta vida ainda não sei de cor, pelo menos busco a cada dia tornar-me alguém melhor!!!
Interesses
"Tudo que eu deixar nessa vida que não seja apagado pelo vento pelo tempo ou pelo fogo que sejam rastros deixados pela minha memória!"
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Como a luz do Sol em todo o resplendor,
a mulher encanta e brilha à alma e o amor.
(MCapelluto)
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"Mitologia Grega e Romana no Mundo dos Filósofos e Estudos
Religiosos"
A "MITOLOGIA GREGA" compreende o conjunto de mitos, lendas e
entidades divinas,"Deuses, Semideuses e Heróis". Muitos tinha o intuito de
explicar fenômenos naturais, culturais ou religiosos como os rituais cuja
explicação não era evidente. A "MITOLOGIA ROMANA" pode ser dividida em duas
partes: a primeira, tardia e mais literária, consiste na quase total apropriação
da grega; a segunda, antiga e ritualística, funcionava diferentemente da
correlata grega.
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As maçãs de ouro do jardim das Hespérides são símbolos de amor e de concórdia. Não importa que Héracles as subtraia: elas terminam voltando ao jardim dos deuses. São os verdadeiros frutos do amor, pois que Gaia, a terra, os ofereceu a Zeus e a Hera como representante de casamento.

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Meus Arquivos
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Fênix
Ave da mitologia grega que ilustra a capacidade de regeneração dos seres vivos. Fênix era como uma grande águia colorida. Alimentava-se com incenso e raízes perfumadas. Antes de morrer construía um ninho em forma de pira, com cinamomo, nardo e mirra. Deitava no ninho perfumado e deixava-se arder pelo sol. Das cinzas, surgia então uma nova e bela ave capaz de alçar vôos ainda mais altos.
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Meus Caminhos
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Minhas Visitas

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Zeus

Ariadne

Vênus

Hebe

Hecate

Mercurio

Perseu

Diana

Carro Romano

Rômulo e Remo

Teseu e Afrodite

Netuno

Centauro e Eros

Hermafrodite

Hércules

David

Ares

Eros

Apollo

Hades
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PLATÃO DE ATENAS E SUAS EMOÇÕES 

(Detalhe de Platão, na Escola de Atenas, obra do renascentista Rafael)
Platão de Atenas (428/27 a.C. — 347 a.C.)foi um filósofo grego.
Discípulo de Sócrates,
fundador da Academia e mestre de Aristóteles.
Acredita-se que seu nome verdadeiro tenha sido Aristócles;
Platão era um apelido que, provavelmente,
fazia referência à sua caracteristica física,
tal como o porte atlético ou os ombros largos,
ou ainda a sua ampla capacidade intelectual de tratar de diferentes temas.
Πλάτος (plátos), em grego significa amplitude, dimensão, largura.
Sua filosofia é de grande importância e influência.
Platão ocupou-se com vários temas, entre eles ética, política,
metafísica e teoria do conhecimento.

Vida
Platão (em grego Πλάτων) nasceu um ano após a morte do estadista ateniense Péricles. Seu pai, Aristão , tinha como ancestral o rei Codros e sua mãe, Perictione, tinha Sólon entre seus antepassados. Inicialmente, Platão entusiasmou-se com a filosofia de Crátilo, um seguidor de Heráclito. No entanto, por volta dos 20 anos, encontrou o filósofo Sócrates e tornou-se seu discípulo até a morte deste. Pouco depois de 399 a.C., Platão esteve em Mégara com alguns outros discípulos de Sócrates, hospedando-se na casa de Euclides. Em 388 a.C., quando já contava quarenta anos, Platão viajou para a Magna Grécia com o intuito de conhecer mais de perto comunidades pitagóricas. Nesta ocasião, veio a conhecer Arquitas de Tarento. Ainda durante essa viagem, Dionísio I convidou Platão para ir a Siracusa, na Sicília. Platão parte para Siracusa com a esperança de lá implantar seus ideais políticos. No entanto, acabou por se desentender com o tirano local e retorna para Atenas.
Em seu retorno, funda a Academia. A instituição logo adquire prestígio e a ela acorriam inúmeros jovens em busca de instrução e até mesmo homens ilustres a fim de debater idéias. Em 367 a.C., Dionísio I morre, e Platão retorna a Siracusa a fim de mais uma vez tentar implementar suas ideias políticas na corte de Dionísio II. No entanto, o desejo do filósofo foi novamente frustrado. Em 361 a.C. volta pela última vez a Siracusa com o mesmo objetivo e pela terceira vez fracassa. De volta a Atenas em 360 a.C., Platão permaneceu na direcção da Academia até sua morte, em 347 a.C.

(Herma de Platão, Museus Capitolinos)
Pensamento Platônico
Em linhas gerais, Platão desenvolveu a noção de que o homem está em contato permanente com dois tipos de realidade: a inteligível e a sensível. A primeira, é a realidade, mais concreta, permanente, imutável, igual a si mesma. A segunda são todas as coisas que nos afetam os sentidos, são realidades dependentes, mutáveis e são imagens das realidades inteligíveis.
Tal concepção de Platão também é conhecida por Teoria das Idéias ou Teoria das Formas. Foi desenvolvida como hipótese no diálogo Fédon e constitui uma maneira de garantir a possibilidade do conhecimento e fornecer uma inteligibilidade relativa aos fenômenos.
Para Platão, o mundo concreto percebido pelos sentidos é uma pálida reprodução do mundo das Idéias. Cada objeto concreto que existe participa, junto com todos os outros objetos de sua categoria, de uma Idéia perfeita. Uma determinada caneta, por exemplo, terá determinados atributos (cor, formato, tamanho, etc). Outra caneta terá outros atributos, sendo ela também uma caneta, tanto quanto a outra. Aquilo que faz com que as duas sejam canetas é, para Platão, a Idéia de Caneta, perfeita, que esgota todas as possibilidades de ser caneta.
A ontologia de Platão diz, então, que algo é na medida em que participa da Idéia desse objeto. No caso da caneta é irrelevante, mas o foco de Platão são coisas como o ser humano, o bem ou a justiça, por exemplo.
O problema que Platão propõe-se a resolver é a tensão entre Heráclito e Parmênides: para o primeiro, o ser é a mudança, tudo está em constante movimento e é uma ilusão a estaticidade, ou a permanência de qualquer coisa; para o segundo, o movimento é que é uma ilusão, pois algo que é não pode deixar de ser e algo que não é não pode ser, assim, não há mudança.
Ou seja (por exemplo), o que faz com que determinada árvore seja ela mesma desde o estágio de semente até morrer, e o que faz com que ela seja tão árvore quanto outra de outra espécie, com características tão diferentes? Há aqui uma mudança, tanto da árvore em relação a si mesma (com o passar do tempo ela cresce) quanto da árvore em relação a outra. Para Heráclito, a árvore está sempre mudando e nunca é a mesma, e para Parmênides, ela nunca muda, é sempre a mesma e é uma ilusão sua mudança.
Platão resolve esse problema com sua Teoria das Idéias. O que há de permanente em um objeto é a Idéia, mais precisamente, a participação desse objeto na sua Idéia correspondente. E a mudança ocorre porque esse objeto não é uma Idéia, mas uma incompleta representação da Idéia desse objeto. No exemplo da árvore, o que faz com que ela seja ela mesma e seja uma árvore (e não outra coisa), a despeito de sua diferença daquilo que era quando mais jovem e de outras árvores de outras espécies (e mesmo das árvores da mesma espécie) é sua participação na Idéia de Árvore; e sua mudança deve-se ao fato de ser uma pálida representação da Idéia de Árvore.
Platão também elaborou uma teoria gnosiológica, ou seja, uma teoria que explica como se pode conhecer as coisas, ou ainda, uma teoria do conhecimento. Segundo ele, ao vermos um objeto repetidas vezes, uma pessoa lembra-se, aos poucos, da Idéia daquele objeto, que viu no mundo das Idéias. Para explicar como se dá isso, Platão recorre a um mito (ou uma metáfora) que diz que, antes de nascer, a alma de cada pessoa vivia em uma Estrela, onde localizam-se as Idéias. Quando uma pessoa nasce, sua alma é "jogada" para a Terra, e o impacto que ocorre faz com que esqueça o que viu na Estrela. Mas ao ver um objeto aparecer de diferentes formas (como as diferentes árvores que se pode ver), a alma recorda-se da Idéia daquele objeto que foi vista na Estrela. Tal recordação, em Platão, chama-se anamnesis.
O Homem
O homem para Platão era dividido em corpo e alma. O corpo era a matéria e a alma era o imaterial e o divino que o homem possuía. Ao passo que o corpo sempre está em constante mudança de aparência, forma... A alma não muda nunca, a partir do momento em que nascemos temos a alma perfeita, porém não sabemos. As verdades essenciais estão escritas na alma eternamente, porém ao nascermos esquecemos, pois a alma é aprisionada no corpo.
A alma é divida em 3 partes:
1=> raciona: região da cabeça; esta tem que controlar as outras duas partes.
2=> torax: irascível; parte dos sentimentos.
3=> abdômen: concupiscível; desejo, mesmo carnal (sexual), ligado ao libido.
Platão acreditava que a alma depois da morte reencarnava em outro corpo, mas a alma que se ocupava com a filosofia e com o Bem, esta era privilegiada com a morte do corpo. A ela era concedida o privilégio de passar o resto de seus tempos em companhia dos deuses.
O conhecimento da alma é que dá sentido à vida. Tudo foi criado pelo Demiurgo (seu criador), um divino artesão que criou o mundo real e sua aparência.
A ação do homem se restringe ao mundo material; no mundo das idéias o homem não pode transformar nada. Porque se é perfeito não pode ser mais perfeito.
Material retirado: http://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o

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MITOLOGIA GREGA E ROMANA NO MUNDO DOS FILÓSOFOS
ESTÁ PARTICIPANDO DO GIRABLOS
COM O TEMA
"EMOÇÕES"
PORÉM INDICA COM MUITO CARINHO O BLOG ABAIXO
(click na imagem acima para entrar no blog Noites Sem Fim II)



*O Monte Olimpo na Grécia* 

O Monte Olimpo
(grego: Όλυμπος; também transliterado como monte Ólimpos, e em mapas modernos, Óros Ólimbos)
é a mais alta montanha da Grécia, com 2.919 metros ou 9.576 pés.
Conclui-se firmemente que o Monte Olimpo é uma das mais altas montanhas da Europa,
em altitude absoluta da base até o topo. Está situado a 40 ° 05'N, 22 ° 21, da Grécia.
O mesmo monte está localizado a cerca de 100 km de distância de Salônica,
segunda maior cidade da Grécia.
Localiza-se próximo ao Mar Egeu.
Ao caminho para a Cume Mitikas,
tira-se outra conclusão sobre o Monte Olimpo.
O Monte Olimpo torna-se reconhecido pela sua flora, a qual é muito rica,
sobretudo devido à presença de espécies endêmicas.
O Cume Mitikas é o pico mais alto do Monte Olimpo,
com 2.919 metros, o equivalente a 9576 pés.
Mitikas, em grego, que dizer "nariz"
(porém, por raízes históricas, acaba recebendo o nome em grego mesmo,
pois "nariz" corresponderia a Mitikas).
Qualquer um que queira escalar o Monte Olimpo
começa a partir da cidade de Litochoro,
que acabou também por receber o nome Cidade dos Deuses,
devido à sua localização próxima à base do Monte Olimpo.
Mas é importante saber que Olimpo é um nome popular ao longo de todo o mundo.
Além do Monte Olimpo, na Grécia, ainda há um com o mesmo nome no Chipre,
um na antiga região da já extinta região de Frígia,
outros 2 nos estados norte-americanos os quais são Utah e Washington, e muitos outros.

*O Monte Olimpo na Mitologia Grega*
Na mitologia grega, o Monte Olimpo é a morada dos Doze Deuses do Olimpo, os principais deuses do panteão grego. Os gregos pensavam nisto como uma mansão de cristais onde os mesmos deuses como Zeus habitava.
Sabe-se também, na mitologia grega, que, quando Gaia deu origem aos Titãs, eles fizeram das montanhas gregas, inclusive as do Monte Olimpo, seus tronos, pois eram tão grandes que mal cabiam na crosta terrestre. a etimologia de Olimpo é desconhecida, mas possui grandes traços de semelhança com a cultura pré-indo-européia.
Há trabalhos recentes que divulgam uma Luvi origem.

*Deuses e Deusas da Mitologia Grega*
Seculos antes do nascimento de Cristo e do advento do cristianismo, os gregos adoravam um certo numero de deuses e deusas que, segundo eles acreditavam, viviam no Monte Olimpo, no sul da Macedonia, na Grecia, como já vimos em posts anteriores.
As antigas historias desses deuses inspiraram poetas, pintores e escultores durante varios séculos.
Algumas das pinturas e esculturas mais conhecidas e preciosas do mundo representam os deuses do Olimpo e suas aventuras.
Os gregos antigos acreditavam que a terra era de forma achatada e circular, seu ponto central o Monte Olimpo ou Delfos, cidade celebre por causa de seu oráculo.
A terra era dividida em duas partes iguais pelo Mar, como era chamado entao o Mediterrâneo.
Ao redor da terra corria o Rio Oceano, cujo curso regular alimentava o Mar e os rios.
Naqueles tempos remotos, os gregos pouco sabiam sobre a existencia de outros povos alem deles mesmos, a nao ser dos povos vizinhos as suas terras.
Imaginavam que ao norte vivia uma raca de povo feliz, os Hiperborios, que viviam numa eterna felicidade.
Seu territorio nao podia ser alcancado nem por terra nem por mar.
Eles nunca envelheciam nem adoeciam, nao trabalhavam, nem guerriavam.
Ao sul vivia um outro povo feliz que se chamava Aethiopios.
Eram amados pelos deuses que costumavam visita-lso e compartilhar seus banquetes.
Ao oeste encontrava-se o lugar o mais feliz de todos, os Campos Eliseos, onde as pessoas que tinham o favor dos deuses eram levadas para viver para sempre sem nunca morrer.
Acreditava-se que a Aurora, o Sol e a Lua levantavam por dentro do oceano do lado oriental da terra e avancavam no ar iluminando tudo.
As Estrelas tambem levantavam do Oceano e se punham nele.
Quando o deus sol HELIOS se punha no Oceano, a noite, ele entrava num barco alado que o levava de novo ao seu lugar ao leste por onde devia levantar-se de novo na manha seguinte.
Os deuses viviam em estado de beatitude em sua grandiosa residencia no Monte Olimpo.
Um portao de nuvens, que guardavam deusas chamadas HORAS ou ÉPOCAS, abria para permitir a passagem de ida e de volta dos deuses na terra.
Os deuses dispunham de residencias separadas, mas seu ponto de encontro era o grande palacio de ZEUS, o rei dos deuses.
Em seu grande palácio, eles festejavam todos os dias, comendo ambrosia e bebendo nectar, servidos pela graciosa HEBE, deusa da juventude e, mais tarde, por GANIMEDES.
Conversavam sobre assuntos do ceu e da terra e, enquanto bebiam o nectar que Hebe servia, APOLO tocava sua lira e as MUSAS cantavam.
Quando caia o sol, os deuses recolhiam-se para a noite.
Havia doze grandes deuses, incluindo Zeus, e muitos outros menores.
Os nomes dos deuses e das deusas que relacionamos a seguir aparecem em sua forma original em grego.
Mas, os romanos tambem adoraram muitos deles.
(Clonclusão de pesquisas retiradas da Internet)

Segue abaixo no próximo post os
*DOZE DEUSES OLÍMPICOS DA MITOLOGIA GREGA*


Deuses da Mitologia Grega
Deuses Olímpicos
Afrodite

Afrodite (em grego, Αφροδίτη) era a deusa grega da beleza.
Originário de Chipre, o seu culto estendeu-se a Esparta, Corinto e Atenas.
Foi identificada como Vênus pelos romanos.

Apolo

Apolo (em grego, Ἀπόλλων — Apóllōn ou Ἀπέλλων — Apellōn)
Era um deus filho de Zeus (Júpiter) e Leto, e irmão gémeo da deusa Ártemis, da caça.

Ares

Ares era o deus grego da guerra.
Correspondia a Marte em Roma.
Filho de Zeus e de Hera, simbolizava a agressividade inerente ao espírito guerreiro.

Artemis

Artemis na Grécia, Ártemis (em grego Άρτεμις)
Era uma deusa ligada inicialmente à vida selvagem e à caça.
Durante os períodos Arcaico e Clássico, era considerada filha de Zeus e de Leto,
irmã gêmea de Apolo; mais tarde, associou-se também à luz da lua e à magia.

Atena

Atena (em grego, Αθηνά) é a deusa grega da sabedoria, do ofício, da inteligência e da guerra justa.
Há também quem grafe o seu nome como Palas Atená.
Freqüentemente é associada a um escudo de guerra, à coruja da sabedoria ou à oliveira.

Deméter

Deméter ou Demetra (em grego Δημήτηρ, "deusa mãe" ou talvez "mãe da distribuição")
é o nome de Ceres na mitologia romana.

Dionísio

Dioniso, Diónisos ou Dionísio (do grego Διώνυσος ou Διόνυσος)
era o deus grego equivalente ao deus romano Baco, das festas, do vinho, do lazer e do prazer.
Filho de Zeus e da princesa Semele, foi o único deus filho de uma mortal.

Éolo

Éolo era o deus dos ventos na mitologia grega, sendo o senhor dos outros deuses do vento
(Bóreas, Nótus, Eurus e Zéfiro).
Era Filho de Poseidon, e vivia na ilha flutuante de Eólia com seus seis filhos e suas seis filhas.

Eros

Eros (Cupido, no panteão romano) era o deus grego do amor.
Hesíodo, na sua Teogonia, considera-o filho de Caos, portanto um deus primordial.

Hades

Hades, (Ἄιδη em grego), filho de Crono e de Réia, irmão de Zeus e Poseidon (Posídon),
era um deus de poucas palavras e seu nome inspirava tanto medo que as pessoas
procuravam não pronunciá-lo.

Hefesto

Hefesto, filho de Hera e Zeus (chamado de Vulcano na Mitologia Romana)
era o deus grego do fogo, dos metais e da metalurgia.
Era conhecido como o ferreiro divino.

Hera

Hera era a deusa grega equivalente a Juno, no panteão romano.
Deusa do casamento, irmã e esposa de Zeus.
Retratada como ciumenta e agressiva, odiava e perseguia as amantes de Zeus
e os filhos de tais relacionamentos, tanto que tentou matar Hércules quando este era apenas um bebê.

Hermes

Hermes, mensageiro ou intérprete da vontade dos deuses,
(daí o termo hermenêutica) era um deus grego correspondente ao Mercúrio romano.

Héstia

Héstia (ou Vesta, na mitologia romana)
é a deusa grega dos laços familiares, simbolizada pelo fogo da lareira.

Posídon

Na mitologia grega, Posídon (em grego antigo Ποσειδῶν)
assumiu o estatuto de deus supremo do mar, conhecido pelos romanos
como Neptuno e pelos etruscos por Nethuns.
Também era conhecido como o deus dos terremotos e dos cavalos.

Zeus

Zeus era senhor do céu e deus grego supremo.
Zeus sempre foi considerado um deus do tempo, com raios, trovões,
chuvas e tempestades atribuídas a ele.
Mais tarde, ele foi associado à justiça e à lei.


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Conteúdos de pesquisas retirados da internet.
(click na imagem para entrar no meu novo blog)
FILOSOFIA CRISTÃ E CRISTIANISMO


A influencia das Deusas Gregorianas para as Mulheres
"Sua Vida e Seus Desejos"

(Imagem de Zeus & Hera)
As "deusas" eram caracterizadas como um tipo complexo de personalidade feminina que reconheciam intuitivamente nas mulheres gregorianas, e também nas imagens e ícones que estavam a volta daquela cultura.
Pude notar que hoje segundo a teoria junquiana, as deusas são arquétipos, fontes derradeiras de padrões emocionais que fluem de nossos pensamentos, sentimentos, instintos e comportamentos, caracterizados e tipificados como puramente "femininos".
Tudo que realizamos e gostamos, toda a paixão, desejo e sexualidade, tudo que nos impele à coesão social e à proximidade humana, assim como todos os impulsos, tipo absorver, reproduzir e destruir, são associados ao arquétipo universal feminino.

(Imagem de Venus e Marte)
Tais conceitos nos foram deixados como herança pelos gregos e todas as culturas antigas, que percebiam estas energias não como abstrações destituídas de alma, mas sim como forças espiritualmente vitais.
Quando tais forças se manifestavam num certo comportamento ou experiência, o denominavam de "compulsão de deuses e deusas".
Quando o amor e a paixão aflorava auxiliado pela convulsão hormonal, os antigos se reportavam a história da bela Afrodite que transtornava o estado de espírito, o sono, os sonhos e a sanidade mental do apaixonado.

(Afrodite, Pã e Eros)
Na Grécia, as mulheres percebiam que uma vocação ou profissão as colocava sob o domínio de uma determinada deusa a elas veneravam. No íntimo das mulheres contemporâneas as deusas existem como arquétipos e podem cobrar seus direitos e reivindicar domínio sobre suas súditas. Mesmo sem saber a qual deusa está submissa, a mulher ainda assim deve dar sua submissão a um arquétipo determinado por uma época de sua vida ou por toda a existência. Jung chama o arquétipo das deusas de "Transformadoras", porque tendem a surgir em momentos de mudança em nossa vida, como na adolescência, casamento, morte de um ente querido, modificando totalmente nossos sentimentos, percepções e comportamentos.
Uma vez que a mulher se torne consciente das forças que a influenciam, adquire total poder sobre este conhecimento.
As deusas embora invisíveis, são poderosas e modelam e influenciavam no comportamento e emoções.
Quanto mais uma mulher souber sobre suas deusas dominantes, mais centrada ela se tornará, tendo o perfeito domínio sobre seus instintos, habilidades e possibilidades de encontrar um significado especial através das escolhas que fará.

(Eco e Narciso)
Os padrões de deusa também afetam o relacionamento com os homens.
Diga-me qual homem que escolhestes que te direi as deusas que moram dentro de ti.
Realmente esta escolha ajuda e elucidar afinidades e dificuldades pelas quais passa a mulher que o escolheu.
Temos que ter em mente que, toda mulher tem dons concedidos pelas deusas, mas ela deve aprender a descobri-los e aceitá-los com gratidão. Mas toda mulher também tem deficiências concedidas pelas deusas que deve reconhecer e superar para que possa trilhar o caminho do auto-conhecimento e realização.
Os homens também são influenciados pelas várias deusas, pois estas certamente espelham as energias femininas na psique masculina, embora, via de regra, os homens vivenciam-nas como exteriores a si próprios, ou seja, através das mulheres pelas quais são atraídos ou pelas quais se sentem fortemente provocados.
Descomplicando, os homens vivenciam as deusas projetando-as nas mulheres de sua vida e nas imagens específicas da mídia que lhes causem deleite ou aversão.

(Ariadne)
Uma melhor compreensão sobre as deusas, fará com que este mesmo homem compreenda o porque de sua atração por certas mulheres e o fracasso com outras, permitindo então, que ele comece a fazer as escolhas certas.
Muito embora as culturas guerreiras tenham dominado vasto período do história, o culto à Deusa Mãe sobreviveu e floresceu até a época dos romanos.
Esta Grande Deusa era venerada como progenitora e destruidora da vida, responsável pela fertilidade e destrutibilidade da natureza.
E, ainda hoje, Ela é percebida como um arquétipo no inconsciente coletivo.
As deusas diferem uma da outra.
Cada uma delas têm traços positivos e outros negativos.
Seus mitos mostram o que é importante para elas e expressam por metáfora o que uma mulher que se assemelha a elas deve fazer.
Todas estão presentes no interior de cada mulher.
Quando diversas deusas disputam o domínio sobre a psique de uma mulher, esta precisa decidir que aspecto de si própria expressar e quando expressá-lo.
Felizmente o triunfo dos tempos modernos tornou-se o triunfo do cristianismo e de um Deus Pai Único e Supremo.
Os cultos à Grande Deusa Mãe foi se tornando disperso, suprimido e distorcido.
A maioria das civilizações atuais, tornaram-se filhas de uma família divorciada.
Agora vivem apenas o Pai e estão proibidas de mencionar o nome da Mãe ou de qualquer lembrança sutil daquelas épocas alegres e amorosas em que se vivia em seus braços e na segurança de seu caloroso colo.
Tendo apenas o Pai para nos orientar, nós, a despeito de seu amor, tornamo-nos endurecidos, implacavelmente heróicos e severamente puritanos ao tentar esquecer a segurança perdida e a confiança sensual na terra que outrora a Mãe nos proporcionava.
Nos quatros cantos do mundo, porém mais proeminente nos países ocidentais, estamos testemunhando um discreto redespertar do feminino, uma sublevação profunda no âmago da consciência das mulheres.
Muitos homens temem e contestam este processo, outros entretanto sentem-se desafiados e estimulados.
Observadores mais radicais denominaram este movimento como o "Retorno da Deusa", porque ele parece sugerir a própria antítese da sociedade patriarcal.
É urgente que compreendamos a natureza e a condição dos arquétipos femininos que estão despontando do inconsciente coletivo da nossa cultura.

(Mulheres Gregas)
Os sonhos e as experiências interiores de homens e mulheres, temas tratados por romancistas e pela mídia do mundo inteiro, ressaltam imagens ao mesmo tempo antigas (mitológicas), mas radicalmente novas do feminino que vão chegando à consciência.
Estas formas estão fermentando dentro de nós, sendo capazes de transformar os modos mais fundamentais de pensarmos sobre nós mesmos. Essas poderosas forças interiores e as imagens e mudanças que provocam são denominadas "DEUSAS".
Post atendendo a solicitação do blog "Noites Sem Fim II"
Com Muito Carinho!
(Click na imagem para entrar no blog)


Mitologia e Religião GREGA Para Iniciantes

Mitologia é um conjunto de narrativas maravilhosas com personagens sobre humanos, já a religião é um sistema de crenças, geralmente míticas, e rituais através dos quais se procura estabelecer um relacionamento com as divindades. Os rituais se caracterizam pela combinação de gestos, palavras e atitudes repetidas em determinadas circunstâncias.
Mitologia
Para os gregos, todas as coisas aparentemente inexplicáveis eram sobrenaturais e decorrentes da ação de divindades que ninguém era capaz de ver ou, então, obra de heróis do passado. Deuses e deusas comportavam-se como seres humanos: amavam, odiavam, comiam, bebiam, tinham filhos, etc. Eram, porém, imortais, poderosíssimos e muito, muito suscetíveis. Uma simples palavra errada, uma homenagem não efetuada, e a ira divina caía com todo o peso sobre os pobres mortais...
Os deuses mais importantes eram doze e viviam no Olimpo, um monte elevado e constantemente nevado localizado no extremo norte da Grécia.
Eram eles: Zeus, senhor do raio e pai dos deuses e dos homens;
Hera, a protetora do casamento;
Deméter, a deusa da agricultura;
Posídon, o senhor dos mares;
Afrodite, deusa do amor sensual;
Atena, deusa da sabedoria;
Ares, deus da guerra;
Apolo, deus da adivinhação, da música e da medicina;
Ártemis, deusa da caça e protetora da vida selvagem;
Hefesto, deus do fogo e dos metais;
Hermes, condutor da alma dos mortos e mensageiro dos deuses;
Dioniso, deus do vinho e da embriaguez.
Os heróis ou semideuses eram filhos de um deus e de uma mortal ou vice-versa e, embora mortais, eram capazes de façanhas sobre humanas, como por exemplo derrotar certo número de monstros maléficos que haviam ameaçado a humanidade em tempos remotos. O mais popular de todos foi Héracles, que realizou os famosos e perigosíssimos "Doze Trabalhos" para expiar um crime involuntário.
É preciso mencionar também que, em meio às histórias de deuses e heróis, havia muitas narrativas fabulosas e relatos de aventuras maravilhosas, como a Odisséia e a viagem dos Argonautas, e epopéias guerreiras como a Guerra de Tróia.
Não faltavam, assim como em outras tradições míticas, animais fabulosos como a Esfinge, que tinha corpo de leão, cabeça de mulher e devorava quem não decifrava seus enigmas; os centauros, metade homem, metade cavalo; cães de três cabeças, serpentes gigantescas e muitos outros. As sereias, a propósito, embora imaginadas durante a Idade Média com corpo de mulher e cauda de peixe, são de origem grega e na realidade tinham corpo de ave e busto de mulher.

Religião
A religião grega, publicamente, era centrada no culto aos deuses do Olimpo em templos comunitários e altares e aos heróis, geralmente em suas tumbas. Privadamente, cultuava-se os deuses em altares domésticos e também os mortos; participava-se, ainda, dos assim chamados cultos de mistérios.
Pensava-se que os deuses interferiam diretamente nos assuntos humanos e que era necessário aplacá-los através de sacrifícios. A Asclépio, deus da Medicina, por exemplo, era costume sacrificar um galo. Os sacerdotes que auxiliavam os fiéis em suas preces e sacrifícios não constituíam o que hoje chamaríamos de "clero": considerados servos do deus, administravam seus templos e santuários, e na comunidade eram tratados como simples cidadãos.
Era possível, ocasionalmente, conhecer os desígnios dos deuses através da arte divinatória. Os adivinhos interpretavam as mensagens divinas contidas no vôo das aves, no aspecto das entranhas dos animais sacrificados e nos sonhos. Havia também os oráculos, locais sagrados em que um determinado deus respondia às perguntas de seus fiéis através de um intermediário (sacerdote), momentaneamente tomado por um êxtase ou loucura divina. O oráculo mais famoso da Grécia era o de Apolo, localizado na cidade de Delfos.
Festivais religiosos eram celebrados regularmente, para que toda a comunidade pudesse honrar o deus da cidade. As famosas Olimpíadas, por exemplo, eram festivais da cidade de Olímpia em honra a Zeus e aconteciam a cada quatro anos. Nos festivais, além das cerimônias religiosas de praxe, havia também concursos de poesia, competições atléticas e corridas de carros.

Conclusão
A religião grega, ao contrário do que se imagina, não é a mesma coisa que Mitologia grega.
A "mitologia" reúne histórias que podem envolver ou não fenômenos sobrenaturais "divinos".
A "religião" abrange todas as formas de comportamento através dos quais o homem procura se relacionar com a divindade.
Os antigos gregos não utilizavam nenhuma palavra parecida com o termo "religião", de uso corrente entre nós; para eles, o que importava era a, "piedade", ou seja, o respeito e a reverência aos diversos deuses. Tudo era da alçada dos deuses e deles não se esperava nenhum favor especial pois, a exemplo dos homens, os deuses agiam de acordo com o que recebiam "toma lá, dá cá". Um dos mais antigos testemunhos desse relacionamento simples e direto entre adoradores e adorados é a inscrição gravada pelo tebano Mantiklos por volta de -700 em uma estatueta: "Mantiklos me oferece a Apolo do arco de prata; agora tu, Febo, dá-me em troca algo prazeroso".
Havia práticas religiosas públicas, como o culto aos deuses do Olimpo e aos heróis em diversos templos e santuários, e festivais religiosos de diversos tipos realizados periodicamente pelas póleis. Não havia textos sagrados, nem regras fixas, nem sacerdotes profissionais; eram os adivinhos e os oráculos, intérpretes das revelações da vontade divina, que auxiliavam os homens a entender os desígnios dos deuses.
Na vida privada, além das preces e oferendas de caráter pessoal a um deus ou a um herói, era praticado o culto aos mortos. Após a morte, todos iam para o mesmo lugar, o Hades; mas, para isso, era essencial que todos os ritos fúnebres fossem escrupulosamente cumpridos.
Havia ainda os cultos de mistérios, em que os fiéis recebiam ensinamentos relacionados com a vida após a morte; os dois mais importantes, os Mistérios Eleusinos e o Orfismo, foram famosos durante toda a Antigüidade. Esses cultos eram chamados de mistérios porque suas doutrinas e rituais podiam ser revelados somente aos iniciados, que juravam mantê-los em segredo.

Procissão sacrificial. Pintura em placa de madeira da Caverna de Pitsa, próxima de Corinto. Data: 540 a.C. Atenas, National Archaeological Museum.
Essa é uma frase atribuída a Periandro (625-585 a.C.), um dos Sete Sábios da Grécia.

Tradução: "Seja moderado na prosperidade e prudente na adversidade"
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